
De acordo com o Diário de Notícias, um dos mais recentes relatórios referente a fevereiro de 2025, sobre Crédito à Habitação, indica que 73,3% dos novos contratos de crédito foram celebrados com taxa mista, reforçando a preferência por um modelo que oferece estabilidade inicial e flexibilidade futura.
Este tipo de taxa combina um período inicial de taxa fixa, seguido de um regime variável indexado à Euribor, permitindo aos consumidores garantir um custo fixo durante os primeiros anos do contrato antes de se sujeitarem à evolução das taxas de juro.
Em contrapartida, a taxa variável representou 24,7% dos contratos assinados, enquanto a taxa fixa foi escolhida por apenas 2% dos novos mutuários.