
De acordo com o ECO, os bancos e financeiras concederam mais de 2,7 mil milhões de euros de crédito ao consumo nos primeiros quatro meses do ano, um valor mais elevado desde pelo menos 2013, quando começa a série estatística do Banco de Portugal.
Em comparação com o mesmo período de 2023, o montante de novos aos consumidores registou um salto de 9%, ainda que o ambiente de taxas de juro elevadas esteja a provocar um abrandamento da procura de crédito à habitação e também nas empresas.
Desde 2020, ano da pandemia, que se mantém a tendência de crescimento, acelerando novamente este ano depois da subida mais ténue no ano passado, mostra os dados do supervisor divulgados esta segunda-feira.